Como a arquitetura contribui para diminuição de infecções hospitalares?

A arquitetura Hospitalar cada dia a mais, têm muito a oferecer na luta contra a infecção hospitalar, a responsabilidade da Arquitetura-Infecto-Preditiva  na luta contra a ameaça constante e invisível que ronda os hospitais, em pisos e cantos, reservatórios e dutos está na prevenção, que pode ser entendida sob os aspectos de: Barreiras, proteções, meios e recursos – físicos, funcionais e operacionais – relacionados a pessoas, ambientes, circulações, práticas, equipamentos, instalações, materiais e fluidos.

Os diferentes ambientes, que compõe a planta física de um hospital, podem ser classificados em áreas críticas, semicríticas e não-críticas, cada uma tendo seu próprio risco de infecção. E é papel do arquiteto ajustar seu projeto sempre pensando em prol de quem irá permanecer em cada ambiente.

Além disso, pequenas mudanças previamente pensadas podem ajudar a tornar um edifício mais saudável para as pessoas.

Tais como a ventilação, qualidade do ar, água e umidade; O ar em um ambiente hospitalar necessita ser purificado constantemente, para que a livre circulação possa remover até as nano partículas de forma mais eficiente, suas entradas de ar devem ser colocadas o mais longe possível de possíveis fontes de poluição ao nível da rua. A qualidade da água deve ser regularmente testada e mantida segundo os padrões de potabilidade, utilizando sistemas de purificação para eliminar qualquer risco de contaminação. Medidas devem ser tomadas para evitar a água parada dentro e fora do edifício, inclusive nas tubulações e além disso, os níveis de umidade devem ser estáveis para controlar os odores, para que não haja umidade indesejada e possíveis pontos de condensação dentro do envelope do edifício.  Todas as superfícies devem ser limpas e aspiradas regularmente. E é indispensável a vedação de possíveis entradas e o não acúmulo de umidade e lixo, para que se evite pragas e doenças.

Desta forma, este tipo de Arquitetura permeia várias dimensões, todas voltadas a otimização da operacionalização futura, da instituição de saúde que lhe cabe planejar. Todos os aspectos abordados carecem de suporte da arquitetura, da engenharia, da administração hospitalar, da engenharia clínica, da bioengenharia e outros. As partes adiante focalizadas dão a ideia da importância da Arquitetura Hospitalar Integrada, auscultando, bem interpretando e indo ao encontro das funções e necessidades do hospital em geral, e da prevenção de doenças em particular.  

Leave a Reply

Your email address will not be published.